Imprimir, assinar à mão, digitalizar e voltar a enviar é o caminho que toda a gente conhece — e o pior de todos: gasta papel, demora, e o resultado é uma fotografia torta de um documento que era limpo.
Desenhar a assinatura por cima do PDF. É o que serve para 95% dos casos: contratos entre particulares, autorizações, formulários de escolas e de ginásios, declarações. O documento continua a ser o mesmo ficheiro, limpo e legível, com a tua assinatura no sítio certo.
Assinatura digital com certificado. Usa a Chave Móvel Digital ou o cartão de cidadão e deixa uma marca que se pode verificar. É preciso em contratos com o Estado, em concursos públicos e sempre que o outro lado exige assinatura qualificada.
Imprimir e digitalizar. Só quando quem recebe insiste em ver o papel — e nesse caso vale a pena endireitar a digitalização antes de enviar.
Tem o mesmo valor que uma assinatura em papel digitalizada: nenhum dos dois é uma assinatura qualificada, e ambos valem como prova de que concordaste com o documento. Entre particulares, e na esmagadora maioria dos formulários do dia a dia, é o que se usa e é aceite.
Onde não chega é quando a lei exige assinatura qualificada — actos notariais, muitos processos com o Estado, contratos de valor elevado. Aí é preciso certificado, e nenhum desenho serve.
Desenha com o dedo no telemóvel, não com o rato no computador — sai muito mais parecida com a tua. E assina uma vez com calma em vez de repetir dez vezes: as assinaturas a sério não são perfeitas.
Põe a assinatura sobre a linha, não abaixo dela, e num tamanho parecido com o que usarias em papel. Uma assinatura gigante no meio da folha denuncia-se logo.
É isso que esta ferramenta faz, e leva menos de um minuto.
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