O limite é 1 MB por documento no Portal de Serviços, e é aí que a maioria das submissões pára.
Não há um limite só: a AIMA usa três sistemas diferentes e cada um tem o seu.
Portal de Serviços (onde se faz o reagrupamento familiar): 1 MB por documento. É o mais apertado, e o que mais gente apanha desprevenida.
Portal ARI (autorização de residência para investimento): PDF até 4 MB.
Formulário de contacto (o de enviar documentos por email): até 10 MB por ficheiro, entre 3 e 5 ficheiros.
Confirmámos estes números nas páginas oficiais da AIMA a 26 de agosto de 2026. Confirma no próprio formulário antes de submeteres: mudam sem aviso, e a página do formulário é sempre a fonte mais recente.
Quase sempre é a digitalização. Um telemóvel moderno fotografa a 12 megapíxeis, e cada página fica com uma fotografia de 3 a 5 MB lá dentro. Cinco páginas assim dão 20 MB de PDF para um documento que, em texto, ocuparia 40 KB.
A boa notícia é que essa resolução toda não serve para nada. Um funcionário que abre o teu certificado de registo criminal precisa de o ler, e para ler chegam 150 a 200 pontos por polegada. É por aí que se ganham os megabytes, e sem que o documento perca nada do que importa.
Um documento de cada vez. O limite de 1 MB é por ficheiro, não por submissão. Juntar o passaporte e o comprovativo de morada no mesmo PDF é fazer o problema em dobro sem necessidade.
Reduz antes de juntar. Se tens mesmo de juntar páginas, comprime primeiro cada uma e junta no fim.
Digitaliza a preto e branco o que for texto. Um certificado ou uma declaração não perdem nada, e o ficheiro fica três a cinco vezes mais leve. A cores só o que é mesmo a cores: o passaporte, o cartão, as fotografias.
Corta o que não é o documento. Digitalizações feitas em cima da mesa levam meia mesa dentro. Essa margem também pesa.
Não voltes a fotografar o ecrã com o documento aberto. O resultado tem reflexos, fica torto e costuma ser recusado.
Não uses uma «impressora PDF» a 72 pontos por polegada para o obrigar a encolher. Fica pequeno e ilegível ao mesmo tempo — e um documento ilegível é uma submissão recusada com semanas de espera pela frente.
Não mudes a extensão do ficheiro à mão. Um .jpg com o nome trocado para .pdf não é um PDF, e o portal recusa-o.
Abre o ficheiro comprimido e amplia até 150%. Se consegues ler os números pequenos — datas, número de documento, código de validação — quem o vai receber também consegue.
Se ficou com manchas ou o texto ficou baço, comprimiste de mais. Vale mais mandar 900 KB legíveis do que 400 KB que ninguém lê.
É isso que esta ferramenta faz, e leva menos de um minuto.
Reduzir o meu documento